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segunda-feira, novembro 07, 2011

Homonímias

Já fiz testes - tenho melhor memória auditiva que visual. Não me surpreende, dado que sou um gajo que devia usar óculos e prefere avançar às apalpadelas. Mas a melhor maneira de estudar, assimilar, é escrever. Assim sendo, tudo o que aqui fica "emoldurado", dificilmente esqueço. Isto é uma ameaça, por exemplo, ao Wilson Simonal, que fez parte do meu domingo de ontem e passou assim a fazer parte da minha vidinha.
As segundas são do bulício e é preciso inspirar fundo. Vinha de viagem a pensar em músicas homónimas e do bulício. A primeira que me ocorreu foi a Domelo (Give it to me) do Roy Ayers, um africanão que exalava (soul-)funk por todos os poros e mais alguns. Comprei-lhe o álbum há poucos anos, mas é uma cena de culto dos undergrounds do funk, ou seja, conhecida quase apenas nos seus círculos - a que eu queria pôr aqui, alinhada com as outras, não está no youtube; portanto, não existe...
Lembrei-me do que tinha postado abaixo acerca dos senhores do jazz - umas putas - e pois, fui injusto ou pelo menos parcial. There's no bizz like the show bizznessss! Não há Pop sem promiscuidade - se uns tocam as coisas uns dos outros, os outros engalfinham-se, namoram-se, ou tocam uns para os outros. Não é preciso ser estudioso ou paranóico, basta querer acreditar que não há (muitas) coincidências em, e vem agora o exemplo do post de hoje, o Timbaland produzir duas faixas, com menos de um ano de intervalo, com o mesmo título. Sendo que a da Madonna manda, obviamente, não fosse eu um fanático assumido e consumado da instituição, mas que a dos outros também não é, antes pelo contrário, pastilhinha que engasgue, com a fórmula daquele batuque ainda não muito gasta. Estávamos em 2007.


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