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segunda-feira, dezembro 26, 2011

Porque me vem apetecendo um concerto em GRANDE

fica aqui anotada a lista daqueles que me lembro de ter assistido, até hoje, e por ordem nenhuma.
Não é grande nem pequena, digo eu.


Village People
Pop Levi
Yeah Yeah Yeahs (festival)
Beth Gibbons & Rustin’ Man
Madonna
M.I.A. (festival)
Jarvis Cocker (festival)
Peaches (festival)
Patrick Wolf
Cansei de ser Sexy (festival)
Placebo
Antony & The Johnsons
The Magnetic Fields
Nelson Cascais
The Go! Team
Devotchka (festival)
Crystal Castles (festival)
Animal Collective
JP Simões
PJ Harvey (festival)
Supergrass (festival)
Nine Inch Nails (festival)
Bonde do Role
Depeche Mode
Underworld (festival)
Pet Shop Boys (festival)
Scissor Sisters (festival)
Interpol (festival)
Clap Your Hands Say Yeah (festival)
Rádio Macau
LCD Soundsystem (festival)
The Jesus and Mary Chain (festival)
Blasted Mechanism (festival)
Jay Jay Johanson
Fischerspooner (festival)
Coldfinger (festival)
Portugal, The Man (festival)
New Young Pony Club (festival)
Ur MA
Zombie Nation (festival)
Prince (festival)
Wild Beasts (festival)
Sharon Jones & The Dap Kings (festival)
Daniel Melingo

,...

domingo, dezembro 25, 2011

Warm Heart of Africa

Não há história nem volta a dar; acredito quase definitivamente que África é o meu berço da música favorito - e este 'fella' dá pano, ligaduras, mantas, cobertores, para mangas (e muita muita fruta).

These shoes are made for...

...new  y ear's eve!!!

sábado, dezembro 24, 2011

Vamos ao que "interessa"...



Estava a ouvir Genius of Love, Tom Tom Club e..., foi óbvio. Fui ver o que se passava!

(E ninguém me dizia? BAH!)

«"Fantasy" is a song by American singer-songwriter Mariah Carey. It was released on September 12, 1995 by Columbia Records as the lead single for her fifth studio album, Daydream (1995). The song was written by Carey and Dave Hall, both serving as primary producers alongside Sean Combs. The song samples the hook from Tom Tom Club's 1982 song Genius of Love, and incorporates various other beats and grooves arranged by the former. The song's lyrics describe a woman who is in love with a man, and how every time she sees him she starts fantasizing about an impossible relationship with him. The remix for the song features rap verses from Ol' Dirty Bastard (O.D.B), something Carey arranged to assist in her transition into the hip-hop market.» (Bless Wikipedia!)

sexta-feira, dezembro 23, 2011

when we wish upon a wishful positive thinking; greeting!

("My whole world in light
My whole world in light
My whole world in light
Head first in love
My whole world in light
My whole world in light
My whole world in light
Head first in love
Head first in love
My whole world in light
Head first in love")

quinta-feira, dezembro 22, 2011

Don't Give Up , New Year's Prayer


Corpos visíveis...

De indizível índole: a luz ténue e amarela nos prédios, e o nevoeiro por trás, a fazer desaparecer a ponte; as árvores recortadas entre o nevoeiro; o cume da ponte a levitar sobre o nevoeiro.

'ToNiTe'

[activating_goldfrapp_mode - beep!]
:

iwannarideonawhitehorseiwanttorideonawhitehorse.ohohohi'vegotarocket.utopia.
frankensteinwouldwantyourmind.

wheredidyougetthehappiness.causeyourmynumberonei'mlikeadogtogetyou.
allworldinonegrainofsandandyouwantit.iwokeupwiththerisingsuniwasblindedbythelight.
you'regoingonit.twistaround.'traaiii-aeen-iiienn'.
cologne...cerrone...houdini...areyouhumanoradud.momentsofperfection.
i'mlikeadogtogetyou.feelingaliveagainaliveagain.happiness!
//

terça-feira, dezembro 20, 2011

segunda-feira, dezembro 19, 2011

(Investigações)

A convicção cão.
Os dentes nas ideias. Não largar.
Isto, a Filosofia. A poética não.
Não é convicção cão, é convicção e queda. (poética)
O ENTUSIASMO é MÁXIMO até ao Ponto em que é Mínimo.
Depois, aí, o SALTO!
A convicção-cão não larga. FILOSOFIA.
A poética é diferente: bicadas e voo.
(...)

(Gonçalo M. Tavares)

Excerto (enxertado/reciclado)

Variações em Sol Maior (e em (Some) Variations)


domingo, dezembro 18, 2011

ÚLTIMA HORA!

Pus de parte (aqui ao pé, à mão de utilizar) a grandiosa ode (que teve o título provisório "Sistema Vago") que andei a rabiscar de há uns meses para cá, e, troquei por ideias a fermentar, de um pequeno romance de ficção-científica.
Declaro ainda que me comprometo a terminá-lo antes do final do próximo trimestre.
É preciso disciplina. Alguém aconselha algum daqueles comprimidos para os miolos/concentração? Agradecido, se possível.

(Diga "Bom Dia" com Gronlandic Edit!)


sexta-feira, dezembro 16, 2011

Reloaded "game"!

...
Pick an artist/musician and answer the questions with songs...

(My artist: Madonna)

Are you a man or a female?: Super Pop
Describe yourself: Amazing
How are you feeling right now? Into the Groove
Describe the city you're living in: Hollywood
If you could go anywhere, where would you go?: I Love New York
Your favorite form of transportation: Jump
Your best friend: Incredible
Your favorite color: True Blue
What's the weather like?: Rain
Your favorite time of the day: Ray of Light
If your life were a TV-program, what would it be called?: Holiday
What is your life like?: Music
Your current relationship: Gone
I expect from the future: You Must Love Me
I wouldn't mind: La Isla Bonita
I fear: To Have and Not to Hold
Your best advice right now: Get Together
If I would change my name right now, it would be: Jimmy, Jimmy
Aphorism for today: Material Girl
My motto: Express Yourself

Is silence sexy?

But i feel like... loud slow-motion dancing.


quinta-feira, dezembro 15, 2011

Este blog apoia (todos os dias e) os 12 dias de Natal (também).



"Have Yourself a Merry Little Christmas" is a song introduced by Judy Garland in the 1944 MGM musical Meet Me in St. Louis. Frank Sinatra later recorded a version with modified lyrics, which has become more common than the original. The song was credited to Hugh Martin and Ralph Blane, although during a December 21, 2006 NPR interview, Martin said that Blane had encouraged him to write the song but had not had anything more to do with writing it. In 2007, ASCAP ranked "Have Yourself a Merry Little Christmas" the third most performed Christmas song written by ASCAP members of the past five years.

The song was written while Martin was vacationing in a house in Birmingham, Alabama, that his father Hugh Martin designed for his mother as a honeymoon cottage. The house was located in the Southside section of the city, across the street from Hugh's mother and right beside her aunt. The song first appeared in a scene in Meet Me in St. Louis, in which a family is distraught by the father's plans to move to New York City for a job promotion, leaving behind their beloved home in St. Louis, Missouri just before the long-anticipated Louisiana Purchase Exposition begins. In a scene set on Christmas Eve, Judy Garland's character, Esther, sings the song to cheer up her despondent five-year-old sister, Tootie, played by Margaret O'Brien.

In 1957, Frank Sinatra asked Martin to revise the line "Until then we'll have to muddle through somehow". He told Martin, "The name of my album is A Jolly Christmas. Do you think you could jolly up that line for me?" Martin's new line, "Hang a shining star upon the highest bough," has since become more widely recognized and sung than the original phrase. Martin made several other alterations, changing the song's focus to a celebration of present happiness, rather than anticipation of a better future.

Although the 1957 rewrite is the most familiar to listeners today, the Judy Garland lyrics have been recorded by a number of artists, for example Ella Fitzgerald (in Ella Wishes You a Swinging Christmas), and James Taylor. Quiet Company recorded the song most recently for the 2007 release of Peace on Earth: A Holiday Album. The album was made available for download directly from the web. All proceeds from sales went to Toys for Tots charity. Greg London's success as a pop music artist began during the 2008 holiday season, when his rendition of the song debuted as the #2 most added track on FMQB's AC40 Chart and Radio & Records Adult Contemporary chart during the same week."



quarta-feira, dezembro 14, 2011

Luv_spread.it.while.it's.warm

It's coming!
OMG!
Donnita (aka Madonna) e Merritito (aka Stephin Merritt) estarão em Portugal em 2012 (está explicado o fim do mundo nesse ano e já sei qual vai ser o epicentro da coisa - este país à beira mar plantado), por ocasião dos novos discos. Se a primeira entrou em estúdio com a M.I.A. e o Martin Solveig, do segundo, só os títulos das pistas do novo trabalho já me fazem borboletas no estômago.

sábado, dezembro 10, 2011

Um sábado, uma cena

A sombra de um arco-íris na cal da parede.

Pedaços de estuque caídos na gravilha.

A osga infiltrando-se na racha do muro mal caiado.

Galhos molhados, contra o vento.

Chaminés continuadas no fumo branco ao ar cinzento enquanto o resto de sol roda pelos espaços.

quinta-feira, dezembro 08, 2011

Pontos de apoio

e pontos de viragem. 
"Ó árvores da vida, para quando o vosso inverno?
Nós não estamos em conformidade. Não como aves migradoras
somos unânimes. Ultrapassados e tardios,
de súbito nos enredamos em ventos
e caímos num charco indiferente.
Florir e murchar são-nos ambos conhecidos.
Em algum lugar andam leões ainda, desconhecendo,
enquanto magníficos, toda a impotência.

Nós, porém, quando tendemos inteiramente para uma coisa
logo sentimos o excesso da outra."
Rainer Maria Rilke


quarta-feira, dezembro 07, 2011

segunda-feira, dezembro 05, 2011

The gift of sound and vision



 "Chérie viens près de moi
Ce soir je veux chanter
Une chanson pour toi

Une chanson sans larmes
Une chanson lègére
Une chanson de charme"



domingo, dezembro 04, 2011

Se numa noite de inverno um viajante (...)

E nós, espectadores sempre, em todo o lado,
para tudo isso voltados, e nunca para fora!
Isso faz-nos transbordar. Assentamo-lo. Desmorona-se.
De novo o assentamos e a nós mesmos nos desmoronamos.
(Rainer Maria Rilke)



sexta-feira, dezembro 02, 2011

(My) 2011 Thing

(Dezembro já não conta)

A Atitude (pop pop, wink wink); uma imagem


O Mote (darlin'...); uma música



A Visão (o broche); um filme


A Interiorização (Noites Brancas); um livro


A Pose (A Verdade); uma foto (de mim em 2011)

Indizível esperança

Se o entendessem, os Amantes poderiam, na aragem nocturna,
falar de estranhas coisas. Tudo parece ocultar-nos.
Eis que as árvores são; as casas
onde vivemos existem ainda. Apenas nós
passamos por tudo numa troca de ar.
(Rainer Maria Rilke)

quinta-feira, dezembro 01, 2011

Do the fundamental things apply as time goes by...?

O meu estranho caso - se por um lado sei que estou mais velho, sinto-me, em parte e em muita coisa, mais novo. (Fiz 29 anos ontem!)


segunda-feira, novembro 28, 2011

"Words are very unnecessary"

"People come, people go."
(/ "And miles to go before i sleep.")

Warmed up. Tired. Finding comfort.
Asleep.
Siamese twins. Nesting.
New ancient future world.
All you needed; the silence.

(mywrongbabylove?)

Warmed up. Crushed, and happy. For a day like today.
"There are two kinds of people:
a) my love and I
b) other
two kinds of people:
1) the gray
and 2) me and my love
All people fall into two camps
that ever twain shall be:
those lost in darkness without lamps,
and then,
my love and me..."

Did i find a new baby?
Yeah but no, but yeah, but no, but yeah, but no.


E... (uma sinfonia)

E ricochetear pelo lago, rasando ao vento como pluma.
E pé ante pé, de lã, e neve.
E um coração de algodão salgado, molhado em água; papa.

E um passo no cadafalso, contra a existência.
E a arena do sagrado entre o profano, onde os anjos são trapezistas-malabaristas e nos atiram, corpos, de um lado para o outro.
E Sísifo, sempre Sísifo. Do início.

E rasar pelo vento com um lago espelhado nos olhos.
E um pé afundado na neve de pedra sub-aquática.
E um algodão empapado em coração com álcool.


sábado, novembro 26, 2011

♥in' the song(s)

(«"In the Mood" opens with a now-famous sax section theme based on repeated arpeggios that are rhythmically displaced; trumpets and trombones add accent riffs. The arrangement has two solo sections; a "tenor fight" solo—in the most famous recording, between Tex Beneke and Al Klink—and a 16-bar trumpet solo. The arrangement is also famous for its ending: a coda that climbs triumphantly, then sounds a simple sustained unison tonic pitch with rim shot.»)

Diz também que, na altura, as leis do registo/patente vigorantes permitiam uma série de vigarices...
Há rumores de que o Glenn Miller e pandilha (editora discográfica) tenham "pago para calar", e poder ficar com os créditos da famosa "In the mood". O patife.

Já o Lee, nunca nos enganou.
"You'll never get out of this world alive (...) sooner or later, we'll all make the little flowers grow...".

 I rest my case (for today).  
_In Loving Memory_

sexta-feira, novembro 25, 2011

Be afraid

Perguntar se se gosta mais da noite ou do dia é como perguntar se se gosta mais da mamã ou do papá: ou seja, pode ser de um gugu dadaísmo atroz. Mas no caso desta música, quem a escreveu perspectiva-nos, em versão sensual-soft (ahah), os chiliques medricas do breu, das sombras na calada das luzes frias dos candeeiros com lâmpadas de trémulos pavios, das canalizações urbanas a gotejar, lenta e compassadamente, água parecida a petróleo. Que até sabem bem quando no fundo se sabe que não há monstros debaixo da cama (nem tubarões na piscina). Bom, às vezes podem existir bolas de cotão, e toda a gente sabe que as bolas de cotão são como as nuvens: tomam formas ameaçadoras e de horrores gargantuescos.
Esta noite apetecia-me ter o medinho de infância, em que a mãezinha só desligava a luz depois de já estar bem aconchegado e tapado na cama, apenas com as narinas e olhos de fora, a espreitar.

quinta-feira, novembro 24, 2011

Exercício de sob'vivência

Manual aberto na página de exercícios teórico-práticos com uma moral adjacente à adaptação literal da problemática.

1) retratar uma balança velha a lápis de carvão; está disposta à frente, ricamente ornamentada e detalhada
2) partir a balança
3) rasgar a folha da balança desenhada do caderno e escondê-la
4) apagar as luzes e fechar os olhos durante quinze minutos, sem adormecer
5) acender as luzes e desenhar novamente a balança, de memória
6) comparar o resultado com o do primeiro desenho


quarta-feira, novembro 23, 2011

Em tempos de dividocracia

O direito à indignação - expressão finíssima que, sendo recorrente, confesso dar-me urticaria.

"Porque é que há tantas queixas?"
"Porque somos portugueses."
(lido numa entrevista para jornal diário, hoje, véspera de greve geral)

A minha resposta à pergunta -
porque o Passos Coelho dá a atitude de ser um "porreiro, pá" e tem página no facebook onde se podem e têm deixado as reclamações, os pedidos, e as compotas caseiras.

A minha resposta à resposta -
e os gregos, por exemplo, também são portugueses? Sei lá.

terça-feira, novembro 22, 2011

Vissi d'amore...


Let's glam!
a current definition:



Continued (to be)

Oh no... he's playing again that same old song!




Anemofilia (adaptada)

"O fogo é brilhante, o fogo é limpo", Montag.
Já o sol, que é fogo, longínquo - demora a descolorar, a fundir, a carbonizar.

O vento não. O vento é outro; é súbito, passagem e passageiro.
Dá som aos objectos, faz as páginas assobiar, rasgar-se contra a gravidade.

segunda-feira, novembro 21, 2011

A time to facebook, a time to eat, a time to facebook, a time to sleep

Nunca soube muito bem o que fazer a esta música. Especialmente agora que descobri esta versão e vídeo, com a apanha da uva e os "mecitos" como que na aurora dos tempos. Bom, imaginem lá um loop do audiovisual da parte em que a pipi dos tótós canta "a time to kill", assim bizarra e repetidamente.
Dá um novo fôlego e dinâmica ao manifesto.

Matéria e circunstância

("Looking for some inspiration")
Tenho matéria para contos mas perco-me a contá-los, como se desse murros às palavras penduradas no ar; julgo que penso, sinto e escrevo, no geral, de acordo com uma perspectiva "poética" das coisas; e ainda não tenho idade para escrever um romance (se é que algum dia terei ou se nessa idade estarei para isso).
Em matéria de leituras, costumo ter mais olhos que barriga. E a internet "social" é um obstáculo poderoso, que dispersa e despista. As coisas estão cada vez mais instantâneas.

Identifico-me mais com uns do que com outros. Ando há alguns anos a ver se conheço o Luiz Pacheco. Não direi que uma biografia será suficiente, mesmo que eventualmente bem conseguida. Aproxima-me a capa, que julgo muito bem, e a problemática do álcool e de "escrever um romance".


domingo, novembro 20, 2011

Imagem de uma música / Requiem for a Sunday

O sótão.
A mesa posta irradia humilde conforto para um longo invernoso serão.
O som bafiento do gramofone recupera vivências muito mais antigas que as suas idades, ao ponto de calcar no pó, visíveis, os espíritos de então. Seculares.  
Como as sequóias à entrada do jardim-labirinto lá em baixo.


sábado, novembro 19, 2011

Horóscopo das Divas - Décadas e Revoluções...

As artes divinatórias finalmente e coerentemente aplicadas à luz da pergunta "E tu, já revolucionaste hoje?", ilustradas pelas respectivas Divas Planetárias.

Década 50-60: Signo Cher
Tendências histriónicas, apetência por drogas, acreditam na Revolução - os nativos desta constelação são ou tentam ser excêntricos e conseguem arrebatar os que os rodeiam pela força de vontade inerente. Estiveram em Woodstock, mas rezam a Elvis.

Década 60-70: Signo Barbra
Filhos da revolução, são pautados por um temperamento de sensibilidade não-duvidosa, os nativos de Barbra têm ascendência no planeta Vénus, gostam de jardinagem e flores, e gostariam de ter um bicho doméstico que durasse o mesmo tempo de vida que eles próprios, a fim de lhes proporcionar um carinhoso e eterno companheirismo.
Década 70-80: Signo Diana
Os nativos deste signo têm ascendência num planeta diferente e maquilham-se como se fosse o último dia na Terra, todos os dias. Citam Aretha como quem barra um pão com manteiga, mas veneram secretamente os tempos idos da Janis. Têm pena de não ter nascido na década anterior ou na seguinte, e por isso mesmo estão sempre prontos para a desbunda, nomeadamente sexual.

Década 80-90: Signo Madonna
Dançarinos punk rockeiros gone bad - os nativos deste astral querem dominar o mundo. Têm uma relação  de amor-ódio com o capitalismo e afagam as barbas do boneco Marx que têm escondido debaixo da cama. Gostam de chocar e questionar a existência todos os santos dias. São naturalmente revoltados porque a revolução já foi e não estiveram lá, mas tentam e conseguem (ou acham que sim) encontrar coisas por revolucionar, ainda.

Década 90-00: Signo Gaga
Dotados de personalidade multifacetada (esquizofrénica), são fruto de décadas espampanantes acumuladas. Gostavam de ter nascido numa das anteriores, mas não sabem precisar qual, pelo que passarão a vida na demanda da procura da resposta à pergunta: "há alguém mais famoso do que eu?". Ainda revolucionam qualquer coisita.

sexta-feira, novembro 18, 2011

Relâmpagos & Papelinhos

Relâmpago às 17.20.
Kittin is high.
A contas feitas (com o tempo), sinto-me de regresso ao passado.
Mas lá está, tenho aquela capacidade de me surpreender constantemente e achar que o ano corrente é sempre especial em relação aos outros...
H.G. Wells, ouve-me isto e actualiza (como faz o Stephen King...) as tuas histórias.
Que a tumba não seja impedimento.

Não é que recomecei a noite passada a reorganizar papéis, papelaços e papelitos manuscritos?
Daqueles que remontam aos 20 anos, aos 16 e até antes. Vejam lá este, sem tirar nem pôr:

«Os pés de Adão foram gretados em grades de pó de diamante e espetados em farpas de madeira. Rói rói que já não lhe dói.»  
by, my one and only, myself

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