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quinta-feira, novembro 04, 2010

Times at Baldur's Gate II - Resumo 1



Enfiaram-me numa jaula dentro duma masmorra. Não contente com isso, o sujeito obrava em "destapar os poderes que eu tinha em mim".
Às tantas uma cambada de assassinos irrompe pela gruta adentro e vai de espadeirada, pelo que o sujeito de nome Irenicus se resolve a deixar-me pendurado. Por obras mágicas dou vazão aos poderes e solto os cavalos, que é como quem diz, os dois parceiros, das respectivas jaulas.
Muito putedo morre às nossas mãos, de todas as hordas e feitios, pelos tortuosos caminhos da mansão.
Há até clones que se assemelham a fígados e mioleiras andantes.

Umas fadas-daquele-lar pedem-me auxílio e se eu poderia entregar umas pipocas ou scones ou lá o que é, à fada-madrinha. O que é grande merda, visto a senhora estar nas Colinas do Vento das Lanças, seja lá onde for o buraco, e que não é bom presságio ou tão pouco augura uma tarde pacata de sol poente.

Postas as coisas, lá nos debandamos para fora do poço mas eis que o chavalo está nas ruínas causadas pela luta entre o dito e os assassinos que vinham contra ele e nós - tomando-nos erradamente por seu harém de musculosos guerreiros, sem querer saber de explicações para nada. Pois que nessa altura o macaco é tomado de assalto desta vez por uns fuinhas de uns tais de Conselheiros da Magia – "não senhor, não pode desbaratar assim os recursos à vista de toda a gente, por isso ides para o chilindró". Há um combatezinho, voam uns quantos magos encapuçados e o Irenicus, enfastiado porque por cada um estropiado há dois ou três que surgem, lá se dá por culpado e entrega-se às autoridades não sem antes dizer que a pobre da minha Imoen também tinha sido mágica e também por conseguinte devia ir para uma cela contígua. E lá se vão todos pelos portais dimensionais para, provavelmente, Alcatraz ou Mó dos Vinhos.

Fico a saber que estamos então numa magnífica cidade com muita coisa à venda e próspera, em que burgueses snobs estão sempre demasiado ocupados para dar um dedinho de conversa sobre como ir atrás das saias do Irenicus para salvar a princesa. Entretanto fui ao circo da cidade e voltei, tendo esmigalhado um gnomo que se fazia de espertalhaço e que já tinha espalhado uma dose q.b. de terror por diversos pobrezinhos que lá tinham ido parar/ver as vistas. Arranjei, nessa aventurazita, uma nova camarada musculosa para as viagens e entretanto estou no bairro das barracas a sacar informações sobre quests possíveis a fazer, para angariar fundos a reverter a um tipo simpático mas suspeito que supostamente me chamará a sua tropa para o auxílio de que necessito.

So far so good.



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