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domingo, novembro 28, 2010

Renaissance rocks

"Do you smile to tempt a lover, Mona Lisa?


Or is this your way to hide a broken heart?

Many dreams have been brought to your doorstep

They just lie there and they die there

Are you warm, are you real, Mona Lisa?

Or just a cold and lonely, lovely work of art?"

 
(Estive a posicionar-me, tontinho, de diversas maneiras relativamente ao écrã, e de facto, até nesta indumentária parece que está sempre a olhar para nós)

dcc e a insónia de sábado à noite:

e pronto, é isto.

Acho que nem sequer bebi café depois de jantar.

Alimentação musical

Não me percebo (bem). Ora tenho uns dias de pouco ou nenhum apetite, ora tenho uns dias de apetites gargantuescos. Isto, ultimamente. Pior!...: no mesmo dia sou capaz de estar 6 ou mais horas sem trincar sequer uma pevide e depois dá-me um súbito ataque de alarve, com o relógio do estômago a dar umas horas como se o meu esófago fosse aquela toca interminável do coelho, e onde nenhum "petisco" que esteja ao alcance sobra para contar a história. Bom, mas o que vim aqui fazer foi postar este embalo maravilhoso e lindo até aos píncaros de qualquer lado do mundo. Lembrei-me. É alegre, muito melódico, harmonioso e mais alguns adjectivos q'agora ficam esquecidos, e faz-me sentir bem.

sexta-feira, novembro 26, 2010

quarta-feira, novembro 24, 2010

Dois mil e dez em três registos (que retive e retenho), com imagem

© Pedro Proença


as minhas escolhas, assim sem pensar ou repensar muito:

Um filme: Le Concert (Radu Mihaileanu)
Uma música: Round the moon (Summer Camp)
Um livro: Investigações. Novalis (Gonçalo M. Tavares)

domingo, novembro 21, 2010

Flora (de domingo)

"Verde que te quero verde.
Verde vento. Verdes ramos.
O navio sobre o mar,
o cavalo na montanha.
Com sombra pela cintura,
ela sonha na varanda,
verde carne, trança verde,
e olhos de fria prata."

quarta-feira, novembro 17, 2010

one of my favorite ("meltdown") covers

"Standing on the corner,
Suitcase in my hand
Jack is in his corset, and Jane is her vest,
And me I'm in a rock'n'roll band
Hah!

Ridin' in a Stutz Bear Cat, Jim
You know, those were different times!
Oh, all the poets they studied rules of verse
And those ladies, they rolled their eyes

Sweet Jane! Whoa! Sweet Jane, oh-oh-a! Sweet Jane!

I'll tell you something
Jack, he is a banker
And Jane, she is a clerk
Both of them save their monies, ha

And when, when they come home from work
Oh, Sittin' down by the fire, oh!
The radio does play
The classical music there, Jim
"The March of the Wooden Soldiers"
All you protest kids
You can hear Jack say, get ready, ah
Sweet Jane! Come on baby! Sweet Jane! Oh-oh-a! Sweet Jane!
(...)"
Sweet Jane, The Velvet Underground

segunda-feira, novembro 15, 2010

The The

Comprei este álbum já não me lembro bem onde: se naquela loja que houve durante uns anos no Atrium Saldanha chamada Hippodrome ou lá o que era, se no Centro Comercial Portugália ou ainda na Valentim de Carvalho do Monumental, onde tenho ideia de ainda ter visto cassettes à venda, numa altura não muito longínqua da chegada dos The The cá a casa. Prefiro quando a memória me serve bem, mesmo que para coisas razoavelmente comezinhas como estas. E sim, sou dos que muitas vezes guarda bilhetes de cinema.
Vem-me à memória o "antigamente", em que num domingo ou num sábado ia da Bimotor à Virgin Megastore (durou o quê, um, dois anos?), para depois acabar por trazer um único "presente" da Carbono, em segunda mão. Às vezes os cds tinham a caixa ligeiramente rachada. A minha faixa preferida, de imediato, foi esta:

domingo, novembro 14, 2010

The Tim Buckley's Mood (when every other mood fails) - on repeat


"Cold hearted orb
That rules the night
Removes the colours
From our sight
Red is gray and
Yellow white
But we decide
Which is right
And which is an illusion"

(Nights in white satin, The Moody Blues)

__

"Comme la chanson est belle"
Chantez la Mademoiselle
Dansant dans le Moulin Rouge
"Love is a leap" she sighed
"Someday I'll be your bride,
When I leave the Moulin Rouge"

Je vais marier ma fille de danse
Et habiter en France

"Comme la chanson est belle"
Chantez la Mademoiselle
Dansant dans le Moulin Rouge
Dansant dans le Moulin Rouge
Dansant dans le Moulin Rouge

"Oh la la la" she sang
Spinning till midnight swang,
Dancing in the Moulin Rouge

I love her love I do,
All of her children too,
Oh I thank you, Moulin Rouge!

Je vais marier ma fille de danse
Et habiter en France

"Comme la chanson est belle"
Chantez la Mademoiselle
Dansant dans le Moulin Rouge
Dansant dans le Moulin Rouge
Dansant dans le Moulin Rouge

(Moulin Rouge, Tim Buckley)

(A primeira música dele que ouvi, há uns quantos anos. Recomendo vivamente.)

sábado, novembro 13, 2010

O Malabarista

"Liberdade, essa palavra
que o sonho humano alimenta
que não há ninguém que explique
e ninguém que não entenda"
(Cecília Meireles)



Recapitulando o verbo sonhar, conjugando com "pintar". Algumas coisas, objectivamente:
vejo um pássaro-limão com olho e bico, asas na nuca abertas ao trapézio da bailarina noiva. Uma dança com um violino ao peito e uma perna na mão, na outra florescem plantas. Dá as horas debruçadas sobre um braço. Aparece de uma casa debaixo de uma ponte azul com observadores, que me parece na realidade um circo, de sonhos. Não entendo, mas é liberdade. E se a arte imita a vida ou se a vida imita a arte, é um entendimento e relação que não me intrigam muito, mas ajudam a explicar esse sonho humano, seja ele mais, ou menos consciente. Utilizei o advérbio "objectivamente". Mas como é que se pode fazê-lo sobre uma pintura e sobre ideias objectivamente, relativamente descontextualizado e, sobretudo, quando se trata de símbolos e poemas, palavras e imagens juntas na mesma ocasião sob aquilo em que penso? Com uma dose de malabarismo entre conceitos? Com vontade? Com pretextos? Com assimilação orientada num sentido que eu tinha definido? Como dizer que a arte é indefinida e é alicerçada nos ímpetos desconhecidos da consciência individual? Dizendo. Acreditando no pensamento que nos pode trair. Acreditando que a cada linha o fumo se esvai para dar sentido a um problema que nem sequer existe no concreto, e que passou a existir porque o criei, como tantos e tantas vezes se criam, porque não é um problema original, porque a consciência assim o delimita neste espaço em que a procura e a pergunta é um valor maior que o encontro e a resposta. 

(© Marc Chagall)


terça-feira, novembro 09, 2010

Inquiétude vs Mélancolie

"Votre âme est un paysage choisi

Que vont charmant masques et bergamasques

Jouant du luth et dansant et quasi

Tristes sous leurs déguisements fantasques.



Tout en chantant sur le mode mineur

L'amour vainqueur et la vie opportune

Ils n'ont pas l'air de croire à leur bonheur

Et leur chanson se mêle au clair de lune,



Au calme clair de lune triste et beau,

Qui fait rêver les oiseaux dans les arbres

Et sangloter d'extase les jets d'eau,

Les grands jets d'eau sveltes parmi les marbres."

 
(Paul Verlaine)

Post-it "um dia...

... vou ter isto":

Por enquanto só tenho uma "pianola" de infância.

sexta-feira, novembro 05, 2010

Antecipando a iluminação natalícia

cá fica um possível mini-wallpaper auto-recreativo e kitsch, de experimentação como tapete de 5 de Novembro de 2010 para esta casa, em tempos de parcas resoluções de ano novo. É aliás uma janela semi-mourisca, ou lá o que é, que encontrei no Algarve. E sim: parcas!, mas já penso nelas. Como de costume. Até posso pensar com dois ou mais anos de avanço. Uma ou outra para o próximo ano, a qual em menos de meio do mesmo já esqueci; a tal que me lembro de concretizar mas que era de há dois ou mais anos atrás; até chegar a uma nova pela qual pondero melhor o número de anos fiável e com pouca margem de erro necessários para ser realizada. Não é difícil. Nem fácil. Pensar é custoso, mas acompanha bem um cigarro. De momento e de resto, nem vejo agora qualquer resolução "nova" para ano "novo". É coisa gira, eu sei - exercício de "mudanças": a mentalização do que se pode alterar para melhor pode aproximar-se ao estímulo que é arrumar a roupa espalhada pelo quarto depois de três dias a acumulá-la e com aquela disposição do "depois disto arrumado vou sentir-me tão bem" - mas resoluções/decisões fazem-se todos os dias e a todas as horas, e é com esta moral de espírito que termino este post de eloquente virtude sazonal. Continuo a pensar que os dias estão muito mais pequenos.



quinta-feira, novembro 04, 2010

Times at Baldur's Gate II - Resumo 1



Enfiaram-me numa jaula dentro duma masmorra. Não contente com isso, o sujeito obrava em "destapar os poderes que eu tinha em mim".
Às tantas uma cambada de assassinos irrompe pela gruta adentro e vai de espadeirada, pelo que o sujeito de nome Irenicus se resolve a deixar-me pendurado. Por obras mágicas dou vazão aos poderes e solto os cavalos, que é como quem diz, os dois parceiros, das respectivas jaulas.
Muito putedo morre às nossas mãos, de todas as hordas e feitios, pelos tortuosos caminhos da mansão.
Há até clones que se assemelham a fígados e mioleiras andantes.

Umas fadas-daquele-lar pedem-me auxílio e se eu poderia entregar umas pipocas ou scones ou lá o que é, à fada-madrinha. O que é grande merda, visto a senhora estar nas Colinas do Vento das Lanças, seja lá onde for o buraco, e que não é bom presságio ou tão pouco augura uma tarde pacata de sol poente.

Postas as coisas, lá nos debandamos para fora do poço mas eis que o chavalo está nas ruínas causadas pela luta entre o dito e os assassinos que vinham contra ele e nós - tomando-nos erradamente por seu harém de musculosos guerreiros, sem querer saber de explicações para nada. Pois que nessa altura o macaco é tomado de assalto desta vez por uns fuinhas de uns tais de Conselheiros da Magia – "não senhor, não pode desbaratar assim os recursos à vista de toda a gente, por isso ides para o chilindró". Há um combatezinho, voam uns quantos magos encapuçados e o Irenicus, enfastiado porque por cada um estropiado há dois ou três que surgem, lá se dá por culpado e entrega-se às autoridades não sem antes dizer que a pobre da minha Imoen também tinha sido mágica e também por conseguinte devia ir para uma cela contígua. E lá se vão todos pelos portais dimensionais para, provavelmente, Alcatraz ou Mó dos Vinhos.

Fico a saber que estamos então numa magnífica cidade com muita coisa à venda e próspera, em que burgueses snobs estão sempre demasiado ocupados para dar um dedinho de conversa sobre como ir atrás das saias do Irenicus para salvar a princesa. Entretanto fui ao circo da cidade e voltei, tendo esmigalhado um gnomo que se fazia de espertalhaço e que já tinha espalhado uma dose q.b. de terror por diversos pobrezinhos que lá tinham ido parar/ver as vistas. Arranjei, nessa aventurazita, uma nova camarada musculosa para as viagens e entretanto estou no bairro das barracas a sacar informações sobre quests possíveis a fazer, para angariar fundos a reverter a um tipo simpático mas suspeito que supostamente me chamará a sua tropa para o auxílio de que necessito.

So far so good.



segunda-feira, novembro 01, 2010

Pomada

Some Variations:
Estou hiperactivo. Acordei às sete da manhã, já fui e voltei da rua pelo menos quatro vezes. Já li, já escrevi, já arrumei alguma loiça de ontem, já me fartei de ouvir música e estou só à procura de uma coisa que me embale, assim duma vez, enquanto me desdobro a arrumar o quarto. Acho que encontrei. É um embrulho quase vulgar mas de laçarote retro. Tem aquele beatzito de final de tarde e início de noite, agora que os dias são mais pequenos é perfeito para fechar os olhos. É pura descontracção forçada. Antes de voltar a meter mãos a um trabalho, ainda hoje, se possível, se..., sim, possível. Possivelmente.

Repositório #9



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