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domingo, julho 26, 2009

Cobra Woman


"I have spoken", diz a pestanuda Maria Montez, primeiro enquanto soberana "primeira-ministra" da Ilha Cobra, Naja ou lá como chama, depois enquanto irmã gémea Tollea, tolinha para os amigos, a bela do pestanejo quase lacrimejante enquanto discursa sobre o amor infindo e posa olhando o infinito na cara do amante, Ramu (não confundir com Sabu, um outro actor).
Em cinco minutos, o enlace:
Tollea e Ramu estão a momentos do casório, ao qual ele quase vai descalço, mas anda pela ilha (ainda não estamos na Cobra) um alto e espadaúdo flautista que rapta a moçoila e a leva para a Ilha Cobra. Já sabemos antes dessa altura, pelas marcas negras de mordedura no pulso, desde nascença, que a Tollea é flor que se cheire mas cujas pétalas têm, por um passado misterioso, um desabrochar sombrio. Pois que o herói lá vai atrás, porque um velho amigo conta então a história de como trouxe a bébé noiva da malfadada e terrível Ilha dos horrores (que ficava ali na zona oeste da Feira Popular, vendo no mapa). Depois de trocas e baldrocas, de o gajo se meter com a pérfida gémea (há uma cena underwater no Lago Sagrado muito gira) sem saber, desvendam-nos que Tollea foi lá levada a mando da Rainha, uma velhota amável, muito preocupada com a situação do seu povo, sofredor às mãos da implacável e cruel Naja. "Ninguéim mereci."
E pronto, isto era o enlace, para saber o resto, vejam.
É em technicolor e há roupas pelas quais um travesti matava, julgo.
É quase o que seria um filme de tarde de domingo da tvi, se houvesse isso em 1944, com um argumento relativamente básico, mas ainda assim satisfatório. Ou então sou eu que estou a ficar básico.

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