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quinta-feira, novembro 20, 2008

Regresso ao passado

A Dra. Ferreira Leite, vejo-a quase sempre de cinzento e cara de má. Por acaso, indo ao google procurar imagens, há bastantes em que até está de sorriso (mas sempre com as olheiras da cor do fato), mas na televisão e nas suas declarações, vejo-a sempre com aquele ar pesadão e autoritário. Aliás, parece-me que alguns lhe atribuiram como sendo "distinção e competência" (até pessoas da ala esquerdista concordavam com tal "aura"), aquilo que fundamentalmente se deve dever à tal coisa de aparência de "bicho" sério. Bicho político muito muito sério e voz grave cavernosa de quem vai dar uns açoites ou pôr de castigo depois de acabar de falar. A "dama-de-ferro".
Pois bem, a tal dama-de-ferro oxidou no outro dia, deu provas inequívocas da sua ferrugem, mais do que só a figura, tem lá o conteúdo autoritário e até, ditatorial. É que, e eu bem ouvi, quase de queixo caído, a senhora, em jeito de quem a seguir vai cear um bolo inglês, lavar os dentes e meter-se na cama de consciência tranquila, a dizer que em democracia nunca se conseguem reformas e que se calhar o melhor até era deixar de haver democracia durante 6 meses para se "meter tudo na ordem", e depois logo podia voltar a democracia. Assim dito como se a democracia fosse a vizinha de cima de quem nem sabe o nome, mas que de vez em quando faz uns barulhos esquisitos com os pés que se ouvem no tecto e até costuma dizer, às vezes, "boa-tarde", quando a encontra no patamar de entrada do prédio. Assim como se a ditadura fosse uma hipótese a considerar. Será que a senhora durante o Estado Novo viveu uma Belle Époque? Já não basta uma natural instalação de clima repressivo generalizado desencadeado pelos vultos das recessões económicas e a "crise financeira" apregoada todos os dias para se achar que reprimir ainda mais e de outras maneiras é uma boa ideia? Foi esta senhora que andou a telefonar compulsivamente para dar não sei quantos mil votos ao Salazar para "melhor português", naquele programa de tv do ano passado?

domingo, novembro 16, 2008

Linguagem teatral

Seguem neste post as caretas da Greta (cá está ela neste blog outra vez) numa sequência ("Grand Hotel", 1932 - um clássico pós-depressão 1929) que dura menos de 60 segundos:




















domingo, novembro 09, 2008

É a Hillary não é?

Não estou é a ver quem é o afoito. Um aperto de mãos fica melhor do que um aperto de mamas, pelo menos quando se trata de políticos, acho eu.
Descobri isto nos directórios esquecidos de um cd já com teias de aranha. Não tenho qualquer outra informação sobre a fotografia/ocasião.

segunda-feira, novembro 03, 2008

Amanhã vai haver homem (e até acho que sei qual)

O título deste post pode parecer um bocado estranho, mas deixo-o assim.
A revista Visão desta semana tem os perfis dos candidatos à presidência americana traçados, por tópicos, apresentando-nos dois comuns mortais.
Fiquei a saber que Obama é um bom jogador de póquer e que participou em torneios (sempre ajuda a ganhar manha). McCain, por seu lado, tem sempre uma moeda da sorte no bolso (se calhar serviu-lhe em decisões e intervenções da agenda de campanha eleitoral: lançava-a ao ar quando estava indeciso entre o que fazer/dizer?).