all about me...:

site

livejournal

flickr dccplay

flickr dccplay2

blip.fm

tumblr

soundcloud

quinta-feira, julho 31, 2008

Perguntas e Respostas

Proponho (a mim e a outros) responder, nomeando, como seguintes "respostas" às seguintes "perguntas/questões" "culturalistas":

Se, durante vinte e quatro horas em férias, pudesses assistir aos seguintes, qual a ordem cronológica que organizarias para o fazer - dança/bailado; peça de teatro; exposição; cinema ?
exposição; peça de teatro; cinema; dança/bailado

Um filme visto ou revisto recentemente e um filme que queres ver ou rever?
"Soldados do Universo" (revisto); "A Lula e a Baleia" (rever)

Um livro lido recentemente e um livro que queres ler ou reler?
"Gaudí - um romance" (de Mario Lacruz); "Contos de Tchékhov"


Com a esperança de pelo menos algumas adesões, seguem estas mesmas perguntas/questões correntes para as nets dos seguintes, caso estejam a ler e em condições. Após as quais, podem e devem direccionar-se, e conforme aqui expressamente feito, para mais internautas por aí fora. Sugiro, para cada, a adicção de uma nova pergunta, à escolha, para não serem só estas (do costume...).
Carlopod
Lucktest (ou nas outras modalidades)
Menina Limão
Tête-à-Tête
Urbantrash

terça-feira, julho 29, 2008

Comics (nova edição na continuação de post anterior)

algumas considerações, em palavras, de um ponto de vista sobretudo ocidental:
super-heróis -> vendas, máscaras, lutas, defesas, poderes (ex.: zorro, super-homem)

símbolos -> mitificações, representações, valores, significados (ex.: capas, animais)

batman -> cavaleiro, noite, trevas, luz, justiça, peso, reflexos

vilões -> caricaturas, símbolos, crimes, maníacos,

,dinheiro, leis, liberdade, opressão, anarquia, cartas, confusão, perseguição, multidões, pânico, teias, sociedade
(exs.: exterminador implacável, robocop, wonder-woman, spider-man)

segunda-feira, julho 28, 2008

Snakebiter

"Tristeza, Tristeza
When will you marry
Your wild and foot stomping
To your smile, arbitrary?
And over the threshold
His child you will carry
You may walk, he will drive
We will ride Montessori
She's a doll, she's a steal
You must catch her if you will
We will dance and be merry
Then Tristeza we'll bury
At dawn through the den
He will dance with the lions
You will hear when he goes
He will ride, he will Triumph
Tristeza, Tristeza, ooh, ooh, ooh
Tristeza, ooooh!
Tristeza, Tristeza
When will you marry?
He is wild, he will fly
You will smile so contrary
He will see your reflection
In the chrome BSA
He will notice you scheming
He will dream, he will pray
Tristeza, Tristeza, ooh, ooh, ooh
Tristeza, oooh, aaaaah!"
(Eleni Mandell, Tristeza)

domingo, julho 27, 2008

Jump Cuts

Mantive durante uns tempos um blog chamado Raios Gama, que depois passou a ser Blogama. Nesse blog mantive uma espécie de crónica sobre personagens. Foram cenas descritas, como se estivesse a querer descrever episódios dispersos sobre personagens-tipo, representativos. Um dos episódios, conforme escrito e alterado agora em algumas palavras, é assim:


Armanda segue a calçada, de saco preto numa mão e BI na outra.

Tem uma peruca e diz a cada transeunte lhe familiar "sempre dependi da bondade de estranhos". Celestino adianta-se atrás, desconexo nos seus movimentos atentos.

A cidade aglomera-se numa imensidão outonal, o vento toma o soluço da noite e os telemóveis já não vibram, só tocam, é bom que assim seja, pensa um casal ali parado, que façam barulho, deixem as notas para depois.

Há uma estação do outro lado da rua. Armanda sente-se na aldeia e abana-se com o cartão. Celestino, de coração cheio - "Carta de condução? Vais conduzir o quê?"

- De qualquer das formas, já lá fui.
- E que tal?
- Têm água a pingar do tecto.

Comics

Há filmes completos perfeitos que talvez sejam mais do que isso, que acertam, como consertos.

terça-feira, julho 22, 2008

"Pecados" mais que morais

Num país ou numa mentalidade em que a pedofilia passe, por mediatismo noticioso de escândalos (a que se ajunta o fenómeno da inquietação do que é ser a favor ou contra o "aborto", ou chamar-lhe antes e mais correctamente "interrupção voluntária da gravidez"?, da representatividade da "violação" (sexual) enquanto justificatória para uma interrupção de tal natureza), é complicado não banalizar perversões que representam ainda tabus e/ou crimes. Mas devia objectivar-se a clareza e a desambiguidade quanto a pensamentos, a obscuridades, históriazinhas de meter ou "invocar" medo, e sobretudo, ao pecado da gula e a sua outrora associação a sabe-se lá o quê. Quando eu era novo ainda se ouvia muito "não aceites rebuçados de estranhos" etc. Lembro-me agora da música "Candyman" dos Siouxsie & The Banshees. Do Papão (Boogie-Man no Nightmare Before Christmas, por exemplo). Do Ice-Cream Man (canção), que não é a mesma coisa. Mas é nas "tentações" que reside a complicação da mentalidade. Nas alegorias e em transposições e referências das experiências contadas, vividas ou "acreditadas" (quem conta uma história acrescenta um ponto?). A história do capuchinho vermelho é antiga. Mas há coisas que a precedem, mais antigas e mais perversas. Mas há lições, ou há morais.
A seguinte afirmação e resposta são imaginadas, entre um personagem qualquer, indefinido ou conhecido, com "boa intenção", e eu (o que eu poderia responder):
- Foste, és e/ou vais ser um doce.
- Então não me ofereças a estranhos.
Ontem vi "A Bússola Dourada", quero ver a continuação no cinema, quando sair.

segunda-feira, julho 21, 2008

Superheroes - Passagem e Registo


(Angels in America)

Ainda nem continuei a ver “Alexandre, o Grande”, e ontem vi, quase por acaso (estava nos filmes disponíveis no ciclo ficção científica) um chamado “Lightspeed” (Stan Lee’s Lightspeed) (o título para o filme faz lembrar-se aquela música em que há um coro a cantar “Godspeed”, se bem que o filme tenha sido mal criticado (a avaliar pela pontuação no imdb, por exemplo), talvez por ser um bocado a virar para o cómico, em vez da “seriedade” dos Homens-Aranha e Xis-Menes, com acções mais "cativantes"). A condizer com a ocasião (e reparo, relembro hoje, no dia seguinte, e não foi propositado, mesmo!) estava com peúgos Speedy Gonzales (e até há um músico com esse nome) - antes de pôr pontuação de “remate” neste parágrafo só falta fazer publicidade ao anúncio em que andam todos pelas colinas com narração género “isto anda tudo ligado”. Que é um bocado assim mesmo. Há uns que forçam, há outros que tentam compreender, há outros que tentam memorizar, e há muitos para outras coisas, mas no fundo, poucas coisas se relacionarão com o passado (há uma música assim)? Antes de escolher ver “Lightspeed” estive para optar por rever o “Starship Troopers”, o “Planeta Vermelho” e até me lembrei que, eventualmente, poderia estar disponível o “Fifth Element”. Agora que escrevo, lembro-me que as melhores ficções aliam “tragédias” ou mitologias, narrações antigas, mas é uma misturada, como não podia deixar de ser, porque a ficção científica costuma ser quase sempre mais, ou menos, do que parece. Hoje, pelo meio de ir escrevendo currículo, dei por mim a ouvir música e nas pausas, calhou alguma coisa que já não ouvia há algum tempo. A “pop” é muito menos descartável do que alguns dizem ser. Bebe dos jogos, por exemplo, quando o ritmo de uma “4 minutes” traz marcha de Final Fantasy (o jogo da Squaresoft, não o músico). Soube-o desde a primeira audição. Aquele que tinha vários personagens, tais como: “Cloud”, “Barret”, “Tifa”, “Cid”, “Aeris”, “Yuffie”, etc.
O disposto, actualmente, parece configurado para confluir em assemelhar coisas por vezes mais dissemelhantes do que podem parecer ou o inverso. É difícil distinguir no aglomerado que é esta, tão instantânea, possível, crescente, aldeia global. Se quem fala, em assombros ou miradouros, que tudo caminha para uma aldeia global (há quanto tempo se diz isso?), o que se passará, provavelmente, é ser quase tudo uma cidade global, com espaços mais desertos, desertificados ou arejados, com raízes e plantas, animais, que suportam ou sustentam a necessidade da natureza, em quintais desta cidade mundial. Não é uma miragem, são construções.
Aconselho Lightspeed e todos os seus pormenores. É, no entanto, recomendável ter estômago para diferentes emoções.
Tinha pensado em escrever sobre, mas o toque necessário para falar sobre heróis e assuntos de justiça veio de ter estado a ver na Sic Notícias as notícias sobre o caso Maddie.

terça-feira, julho 15, 2008

Caixinhas de surpresas (post edit)

À cerca de dois ou três dias acordei sobressaltado durante a madrugada com o barulho de alguém cá de casa (arfar "masculino", pareceu-me) a entrar pelo quarto adentro. Poderia ter acordado de um sonho ou de um pesadelo, mas estremeci ligeiramente. Não disse nada, porque estou habituado a falta este tipo de faltas de privacidade, até quando durmo. E não sou o único, repare-se: até quando ando pelo corredor para chegar a um sítio dois metros à frente, as luzes acendem-se com o sensor e quem estiver a dormir acorda logo preocupado e pergunta a devida queixa. Regressando ao relato: pois que eu dormitava, e o meu pai ou um fantasma, veio e foi nem tive tempo de abrir os olhos. Coloco isto aqui porque estou mais ou menos de férias e ligeiramente desocupado, estava à procura do folheto informativo com indicações, contra-indicações, posologia e etc (um artigo de descrição muito ampla) que li, gostei de ler, e guardei numa gaveta que não pode ser fechada à chave porque a fechadura está desde há anos rebentada e arranjada de tal forma que ainda não foi arranjada. Porque aconteceu isso? Porque quando fumei, durante período menos bom, haxixe, precisei de encontrar compartimento a que só eu acederia. Essa ordem de raciocínio, sim. Fazendo de haxixe, de álcool e de homossexualidade a doença mortal, ou tenebrosa ou hiper super destrutiva que me faziam a mim uma pessoa muito muito doente ou debilitada, cheia de culpa e necessidade de lá saberão o quê. Não houve ano, até hoje, desde então, após "pecados" descobertos que não me tenha sido atirado à cara ou então pior que isso, atirado à cabeça. A fechadura nunca foi arranjada porque a carpintaria de serviço foi da mão de obra familiar, aquilo ficou limpinho, com um remendo curioso. Por outro lado, as restantes chaves de outras gavetas do quarto são poucas, acho eu. Uma dá para mais do que um armário, como não é fora do comum existir. E há a estante que tem uma entrada que também já não há chave que feche, desde há algum tempo, já nem sei quanto, porque não sou muito bom para ter em conta este tipo de pormenores que só sabem é encadear. Enfim, à frente, já contribuiu o que tinha a contribuir para a minha afectividade com arrumações e desarrumações.
Não que este episódio da noite sobressaltada tenha assim muita relevância, apenas para este caso, por exemplo. É que estiveram cá, também, novamente, senhoras da limpeza. Terão sido elas a trocar de sítio o folheto precioso? Aquilo estava muito interessante e eu tinha guardado para scannar, agora não encontro. É capaz de aparecer nalgum sítio que eu não esteja à espera ou não me lembre. Apetece-me ir comprar outra caixa já de antemão, só para ter também um folheto, caso o extraviado não reapareça ou apareça com outras "cores" (tipo, não quero aquilo amachucado!).
Este post é talker friendly. Não admira que existam vários tipos de talkers, vários tipos de stalkers e que os Nirvana tenham cantado a Territorial Pissings, pego "naquilo" e reformulo para: lá que nos sintamos paranóicos, que nos surtamos paranóicos, ou que pensemos de maneira a resvalar certa paranoiquice, não quer dizer que não andem atrás de nós (e à frente e aos lados). A questão é "dar" é aos stalkers assim um niquita de dança. Ou então uma face de cu. Isto é um apelo aos que embora tomem "remédio"/"medicamento" têm consciência (boa e leve).

Hotpost?


segunda-feira, julho 14, 2008

A minha opinião sobre o que vejo, enquanto filho, da Estratégia Parental

A minha opinião, até hoje, sobre alguma coisa que vejo, enquanto filho, da Estratégia Parental (algumas partes piores):
(incluindo a parte da "desinformação investida", entre outras, via desgasto psicológico ou piscadelas de baralhação e a procura de confusão)

Pais que foram, são ou querem ser professores e pais – exercícios de longo tempo – hemegonias – “hegemanias” – pais leccionam aos filhos, aprenderem com eles para depois lhes darem lição, sobretudo em conversas fiadas desgastantes – estratégias de ocupar altos cargos sem descuidar cartórios – notificações de impostos fiscalizados – a determinação no alcance de filhos – controlo das ligações reduzindo custos nas opções e aumentando inculcações – taxas económicas ao serviço daquilo a que se quer prestar – a educação corrigida etcs

É favor de pedir aos patrocinadores de bullying que, se pensam que é um jogo, joguem com os mais velhos, já que é a eles que devem respeito.
Ainda me lembro da explicitação por fotocópia mostrada, do que são “pais maus” (não confundir com maus pais…?). Do que é me oferecerem uma fotocópia de um BI descaradamente a fingir com uma personalidade de meter respeito, que não achei piadinha nenhuma, principalmente na altura em que foi.

“Pais e Mães” / Discórdia / Agendas / Contactos / Elos / Alelos (etc) à Informação + Vontade + Visão + Teoria da Conhecimento + Aplicação (Arcaboiço; Disposição; Implicação; Aplicação) à Filhos + teoria / prática + baloiço + tentativa + teia + revolta + conformidade + adversidade + desentendimento (Baloiço; Indisposição; Aplicação; Outra teoria; Outra prática; Outras peugadas).
Paternidade que é paternidade, manda, e filho não reclama. Como é que diz? "As mães preocupam-se sempre, mas os pais preocupam-se mais?" (seguido de "Ahahaha"?!).

Entretanto são praticamente 21 horas e já se ouve vizinho nas obras e o belíssimo (sem ironia nenhuma!) serviço da internet da Meo faz intermitência. Ora há rede ora não há.
Adenda: Ali no título lê-se "vejo": pode parecer mal, devia estar "sei" ou "experiencio", não vá dar-se o caso de estar maluquinho, agora já lá está, que se aproveite, que até pode calhar bem à vista de outros, ou então também ser propício ou confortável para ditos (cujos?).

Daily pics





Novelas!

Ontem passou, num canal generalista, “Tróia”. Adaptação da antiga Ilíada para action movie. Não tanto action movie quanto os 300 (outros filmes). Agradando a gregos, a trojanos (aqueles programas simpáticos de software que tendo assim sido baptizados, parecem coisa de carácter), a espartanos e às tramas de intencionados e entendidos, mal ou bem, ou simplesmente jogados como nas damas e no xadrez.

A primeira lembrança que me ocorre para escrever aqui, do filme que tive então oportunidade de rever, foi a da chegada de Aquiles, o imparável, animal-todo-poderoso, ao Templo de Apolo (um Deus amigo dos Deuses), com “a mania” e pouca mas “boa” companhia. Chega mesmo a estar a sós, durante uns minutos, com “Hector” (não confundir com Vector ou outra coisa), provavelmente o mais herói dos outros anti-heróis. Há ali a “honra” (não só ali) e uma certa distância respeitável, admiração mútua (lembrar também o momento em que se equipam para o “mano-a-mano” ou “corpo-a-corpo”), ou o começo dela, até certo ponto (o ponto em que os mal entendidos / intrigas / circunstâncias de tempo de guerra e cavalos de batalha – as que impedem e impelem Aquiles de atingir aquilo que parece só atingir encetado pelas flechas de Paris, o jovem irresponsável mai-novo do Hector, que desencadeia o “encontro de povos e seus comandantes” por trazer, ou aceder a trazer, a moçoila rainha dos vizinhos avinagrados – Pàris é então um azeiteiro, ou então se poderá dizer “numa espécie de crise da meia adolescência”, pois foi trazer uma moça que os outros querem de volta, pelo menos o seu esposo mal encarado e o não-Rei do Aquiles, que a quer de volta, diz ele, para “cozinhá-la” – eufemismo). A Helen na sua sabedoria das artes da fuga, lá fica um pouco mais segura e com menos vontade de ir dar uns mergulhos, sossegada pela opção ajuizada do Papá do vector dos Deuses, o mais sábio e equilibrado, deveras emotivo, pelo menos a partir da altura em que as coisas ficam à raiz do sangue e o Aquiles traz a caça, tal qual animal que vive pelos instintos e aproveita para ser o melhor e preocupar-se em ganhar para não se distrair com o estado do resto do povo do seu Rei bebedolas e também com “a mania”. Escusado será dizer que tanto o Aquiles como Hector foram parar à pira, valorosos combatentes que andavam ali um bocado a favor desesperados, o primeiro mais que o outro, até porque não é difícil esquecer que o seu não-Rei diz ou constata, num desembarque todo limpinho e acelarado: "o homem quer morrer". E no quentinho da pira heróica, há narração compatível com esta ideia. Como quem diz, "estava a ver que não". Fica-se de coração pesado por causa da Briseida, mas nestas tramas o sofrimento é Rei e epopeia dramática a inspiração, porque as forças eram era para serem medidas, eufemismos incluídos e analisando uma seriedade reconfortante e bonita de uma realização equilibrada e simplificada para um argumento mais ou menos complicado.

Qual dos "povos", segundo a ficção factual, era o mais diversificado e especializado? Quais com as maiores ou melhores manias? Quais com mais orgulho? Quais mais individualistas ou quais mais colectivistas? Questões umas mais difíceis que outras, para o que interesse.
É um “bom filme” a ver mais do que uma vez, suponho que se continue a passar várias vezes. Os actores estão lá. Mais coisas haveria a dizer.

segunda-feira, julho 07, 2008


(Já tem uns anitos)
-
Em relação a virtualidades, fartei-me de ter de fazer login na conta de hotmail à qual também está associado o meu login a este blog e "activei" agora um endereço que tinha criado há já uns diazitos, para ver se pelo menos continuo a entrar no msn com mínima regularidade possível. Já era hora. Tudo para aí confluía.
-
84 é um número como um 13. Etiquetados. Piores. Mas se a vida são relações, não ilações que se possam amestrar por quem prende. Este e estes blogs estão mais que usados, e ultrapassa-se o trespasse. Podia apagar daqui, para mim, os links, os blogs, outras coisas, mas a etiqueta deles, para mim, foi quase sempre pouco mais que referências, registos, riscas, ou listas. Cliques compulsivos. Até dá dó. Estou a pensar que penso emotivamente. Um pouco. Isto que digo. Até parecem homómatopeias. Ainda naquele registo, justifica-se porque não foi tarde já ter sabido reconhecer-me como rato em laboratório, como tantos outros, imagens reaproveitadas, coisas usadas. Já tinha apreendido que há pessoas doentes, pessoas doentias e etc, que a internet são principalmente estranhos, mas não podia pensar sempre assim. Sou recycle-friendly. Mais ou menos.
-

domingo, julho 06, 2008

Carga supervisora ( post revisionado; ao cuidado de menores desentendimentos e a uma vontade de privacidade)

Estou um bocado cansado de escrever aqui no blog e, assim continua este texto:
Tenho cada vez menos "conforto" em escrever para aqui e cada vez menos inclinação para escrever aqui coisas diferentes ou pôr coisas diferentes do que tem sido o registo mais ou menos habitual. Chame-se a isto o que acabei de dizer o que se quiser. Dou por temporariamente encerradas as minhas actividades de "postar".
Parece-me e sinto um bocado de tristeza que, depois de uma refeição, fica assim, embebida.
Não sei ao certo se tem sido uma inclinação mais pessoal ou mais outras coisas, tenho posto aqui o que tenho querido pôr, mas é pouco nítido reflectir sobre o que isto tem sido para mim, a esta hora. Esta é provavelmente das coisas que aqui tenho deixado escrito mais espontâneas, desde há alguns tempos.

private quote para não me esquecer no entretanto

"t.b.i.i.l." - fez já algum tempo.

sábado, julho 05, 2008

Avulso

Tão certo haver diferentes tipos de diodo como pousar reflectido.

O que é que faz espécie?

Reformulando uma questão:

"O que levou Darwin a formular a teoria da evolução? Porque demorou vinte e dois anos a escrever A Origem das Espécies? Que misteriosa doença o debilitou durante tantos anos? (...)"

Está escrito na contra-capa.

quarta-feira, julho 02, 2008

Arquivo do blogue