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terça-feira, maio 27, 2008

Desafio (Editado)

Em seguimento ao lançado pelo Carlopod, aqui fica uma citação:

"No one won the last war, and no one will win the next war". Disse-o Eleanor Roosevelt.

Redirecciono o desafio à Menina Limão e ao loot/Alternative Prison.



- Blogue em férias - Blogue de apalhassar

quarta-feira, maio 21, 2008

Quotidiano de um dia

Acordei às 6.30. Estive ocupado até às 16.00, quando vim de regresso. Passei às 17.00 para comprar bilhetes (concerto) e pouco antes das 18.00 já estava a escrever e a entregar as fitas atrasadas. Tudo sem parar.
Agora...finally... sleep. Uma parte boa é que, ao chegar a casa, perto das 19.30, ainda era dia.

terça-feira, maio 20, 2008

Amanhar é um verbo?

Há momentos em que se pensa ter vontade de não contornar uma simples questão para a qual só se tem duas escolhas e que derivam, feliz ou infelizmente, da liberdade e infinidade de opções do que nos rodeia: ser ignorado ou ser ignorante. Poderei estar ambos ou posso ficar só com uma das coisas?

domingo, maio 18, 2008

Análise ao domingo

Este post de agora tem como módico orçamento actualidade noticiosa. Começa assim:

É amargo falar sobre política e interesses do sector ganâncio-apoderativo. Este não é, não hajam dúvidas, um blog com comentários que se estendam a questões político-ideológicas, a não ser quando tem bolinha no canto superior ou fora da baliza. De há uns meses para cá então, só tem dado para falar do PSD.

Tento, sempre que possível, reduzir o meu conhecimento sobre as particularidades que não posso saber ao pormenor, porque sei por experiência imprópria que o Trivial Pursuit é complicado jogo de cartão e que há séries de respostas nas pontas das línguas pró-cativas. Eu é mais monopólios porque quero concorrer à Presidência das Regiões Anatómicas Unidas.
Vou agora fazer como se faz nos jornais:

Felícia Cabrita - pelo nome engraçado e pelos passeios em tribunais: referência agitada.

Jantar de homenagem ao senhor Pinto na sede do clube parlamentar - se tivesse sido no dia de Nossa Senhora de Fátima era admirável, já assim: nota -.-
A avaliar pela homenagem do jantar verdadeiramente no espaço, paço a redundância "in louco", parlamentar - vulgo, assembleia da República; será que a maioria de tais deputados renegou a altura dada da sua vida, a primeira vocação, de árbitos? Ou ainda está por renegar?

José Sócrates - fumador a ressacar, desprevenido com a cabeça no ar, maratonista em part-time de pés sentados fora da terra: menção amena.

sábado, maio 17, 2008

sexta-feira, maio 09, 2008

Olimpíadas (reeditado!)

Foto: Reinhard Krause (Reuters), Beijing, Maio 2008
China National Acrobatic Troupe


É possível continuar a constatar e imaginar preparativos à volta do evento. Se há moça valente, é esta rapariga que assim sustém a compatriota. Consta que os chineses também se preparam desde muito muito cedo para a política, se se vir um ou outro documentário de vez em quando. Não é como no Darfur.
Os chineses souberam disciplinar-se melhor...
Basta ver os costumes antigos ("costumes" as in "roupas"). Os novos também abundam.
Dos restantes povos nem agora para aqui se vem o assunto, que já até agora, no post, há que chegue e que sobre.
O que agora interessa é a corrida aos céus. Os arranha-céus. Crescem como cogumelos. Os limpa-chaminés também, mas para mim isso é das linguagens dos tabagistas profissionais. Quando penso em subida aos céus, penso no divino, e depois penso na música do Sébastien Tellier e penso que a Milky Way (refiro-me à da conotação sideral; apesar do álbum se chamar "Sexual Sportswear" e tendo em conta a imagem acima, este post não é sobre pedofilia, é só os resultados de devaneios juntos no que fica uma espécie de mau gosto) é interessante, e que adoro os cientistas que vão descobrindo aquilo a que chamam "novos lares longe (ou fora) do lar" para os outros sistemas e galáxias possíveis albergues de vida extra-terrestre.

quinta-feira, maio 08, 2008

Paralaxe

Há expressões que podem ou devem ser contornadas. Isto poderá ser um facto absorvível, por exemplo, para o que se segue.
Veja-se por exemplo dar-se caso de interacção em que a uma mensagem se segue a outra e continua-se para outra mensagem similar, ainda que não repetitiva, à qual já não se segue népias. Pois bem, não valerá pena (a)fiar no "à terceira é de vez". É como cozinhar: um ingrediente pode estar insuficiente, mas juntar um outro não se traduz num prato necessariamente bom ou melhor.

E se se fala em "mundos paralelos", em "dimensões paralelas", em "ruas paralelas", porque não falar em "passados paralelos"? Se não existem os primeiros, não existem as segundas (são apenas maníacas), e as terceiras são mais a teoria que a prática, enfim, o que se poderá dizer destes últimos?

sábado, maio 03, 2008

Bocados

A "continuação" anterior era da parte em que o personagem narrador, que habita uma casa com uma rapariga que tinha um namorado desaparecido, vai ter com ela e aí está o dito reaparecido. É das partes "romance de cordel".
Os primeiros dois excertos que pus no blog eram sobre:
1) Uma conversa com uma outra rapariga, sua "parceira".
2) Uma terceira rapariga que passa pela rua.
O "conto" não é só com gajas, atenção, ainda que se trate principalmente de personagem masculino heterossexual, nem é sobre "relações humanas modernas" nem "namorados, primos e casados".
Aqui ficam outras continuações. Nada do que pus está por ordem e não me vai apetecer pôr mais excertos nem nada disto aqui. Gostava, no entanto, de chegar ao fim disto, mas estou com mais ideias que não consigo pegar.


Abre o acto um homem de porte e fato bavariano. A expressão é de ligeira displicência, ainda que aqui e ali, do inesperado piscar de olho ao infinito, hajam recaídas. Do público, onde estou, não se vê vivalma, o silêncio total é de uma plateia que pôs às escuras, até ao descortinar da peça para um novo acto. Segue-se uma opereta de uma senhora com jóias nas orlas, circunscrita a um pedaço de traves marcado a pérolas. Não dá um só passo em falso, o círculo é pequeno e canta como um alvo estático a fortuna.
(...)


Ando uma hora e meia até que chego onde me sento. Num recanto com vista para o rio. O ar é livre e a brisa é quase como a da orla de uma praia deserta de areal extenso, se me lembrar dela.
Há um piquenique. Há homens das obras que aparecem a andar daqui para ali, de vez em quando, bandas, principalmente aos pares e trios.
Há um miúdo e uma miúda, são um casal, não se beijam, conversam a sussurrar. Há chilrear intenso, há um velho a passear um cão pequenino e encaracolado, passa pelo sítio exacto onde estive com o Gil, há dias atrás.
Um e outro trabalhador a pedir queijo para o pão, são quatro os que trouxeram toalha, e estão nos bancos, a lutar contra o vento que se põe, que de vez em quando inclina um cargueiro.

Pastiche!?

Fevereiro 2008, Lisboa
Isto com uma digital tinha ficado mais a calhar. Mas a resolução não estraga cores nem reflexos, ao menos isso. Fotografar à noite é uma chatice. Estou farto de tirar fotografias e nem sequer tirei muitas.